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São Leopoldo RS/ Crânio hmano

Publicado em 13/07/2026 18:21
São Leopoldo RS/ Crânio hmano

Crânio humano é encontrado em parada de ônibus de São Leopoldo e Polícia Civil investiga origem

 

Um crânio humano foi encontrado na manhã desta segunda-feira (13) em uma parada de ônibus na Avenida Theodomiro Porto da Fonseca, ao lado do Instituto Estadual de Educação Professor Pedro Schneider (Pedrinho), em São Leopoldo, no Vale do Sinos. O caso mobilizou equipes da Polícia Civil e do Instituto-Geral de Perícias (IGP).

 

Segundo o delegado titular da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de São Leopoldo, Ericson Mota, a principal hipótese é de que o crânio tenha sido retirado de um cemitério. Embora o laudo pericial ainda não tenha sido concluído, as primeiras análises indicam que os restos mortais são antigos e não têm relação com um homicídio recente.

 

De acordo com o delegado, um detalhe chamou a atenção dos peritos: a presença de algodão nas fossas nasais do crânio, característica comum em procedimentos realizados durante sepultamentos. Esse indício reforça a suspeita de que os restos mortais tenham sido retirados de um cemitério, embora ainda não seja possível determinar de qual local.

 

A investigação agora busca identificar quem abandonou a mochila onde o crânio foi encontrado. Como a parada de ônibus não possui câmeras de monitoramento direcionadas ao ponto, a Polícia Civil irá analisar imagens de equipamentos de segurança instalados nas proximidades e também de cemitérios da região, na tentativa de identificar movimentações suspeitas ocorridas nos últimos dias.

 

Além da perícia técnica, o material será submetido a exames de DNA. O perfil genético será confrontado com o banco nacional de perfis genéticos, procedimento que poderá auxiliar na identificação dos restos mortais caso exista compatibilidade com algum registro já cadastrado.

 

A Polícia Civil segue investigando o caso para esclarecer a origem do crânio e identificar os responsáveis pelo abandono do material.

 

Foto: Reprodução 

Fonte: Correio do Povo

 

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